Ritos Franceses Tradicionais – Novos Ramos ou Ramos Diferentes da Mesma Árvore?

Novamente apresentamos um texto do Ir.’. Joaquim G. Santos, membro da Loja de S. João Fiat Lux nº 537, Oriente de Lisboa, filiada ao G.’.O.’.L.’.. Fiz algumas modificações no texto para o Português do Brasil com algumas correções de linguagem e inserções de imagens e links referentes ao tema.

 

 

A gênese do Rito Francês deriva de um processo de racionalização, e de tentativa de uniformização, da prática ritual das Lojas, desenvolvido no âmbito do Grande Oriente de França, entre 1781 e 1787.

A fixação do Rito culminou com a publicação, em 1801, do “Régulateur du Maçon”, no qual se encontram compilados os Rituais dos seus Graus Simbólicos, e do “Régulateur des Chevaliers Maçons”, documento-síntese dos Rituais dos Graus de Entrada nas quatro Ordens Superiores, que completam o percurso iniciático neste sistema.

Ao longo dos séculos XIX e XX os seus Rituais de Loja Azul foram sendo revistos, destacando-se as revisões Murat (1858), Amiable (1880 e 1887), Blatin (1907), Gérard (1922) e, Groussier (1935), tendo resultado de todo este processo de maturação, que prosseguiu até à atualidade, o que se denomina, hoje de Rito Francês Groussier.

No que concerne aos seus Graus Filosóficos, a prática das Ordens Superiores caiu em desuso na França, na década de quarenta do século XIX, só tendo sido retomada já na segunda metade do século XX.

O percurso do Rito, no seu país de origem, entre 1880, ano da primeira Revisão Amiable, e os anos quarenta do século passado, conduziu o rito a ser substituído gradativamente pelo REAA, e consequentemente se tenha mesclado com ele, tendo se manifestado em três níveis:

– O Rito Francês, por ter permanecido, durante este período, vinculado ao GOdF, perdeu universalidade, não acompanhando a evolução que ocorreu no REAA, que se adaptou a todos os sentidos de prática maçônica, tornando-se inclusivamente predominante em Obediências femininas, mistas e, regulares;

– O sistema Francês, por ter ficado incompleto e, amputado dos seus Graus Filosóficos, deixou de ser uma via de continuidade iniciática para os Irmãos oriundos dos seus Graus Simbólicos, que se viram, assim, obrigados a prosseguir o seu percurso na única alternativa possível, que era a oferecida pelos Altos Graus do Escocismo;

– Muito embora a Revisão Groussier tenha constituído uma tentativa de recuperação do corpo ritual perdido nas revisões desenvolvidas entre 1880 e 1922, pela repescagem de algum do patrimônio simbólico tradicional do Rito Francês, os Rituais resultantes da mesma ainda eram, no pós segunda guerra mundial, significativamente mais despojados do que os do REAA, situação esta que também contribuiu para que este Rito tenha vindo a se tornar o mais praticado, inclusivamente em França.

Na segunda metade do século XX, com a reativação das Ordens de Sabedoria (ou Sapiençais), e a concessão de Cartas Patente do GOdF a diversas Obediências mistas, e à GLFF (Grande Loja Feminina Francesa), assistiu-se a uma recuperação do Rito Francês, em termos de universalidade, e de integralidade de um percurso iniciático especifico, devidamente encadeado com o conteúdo dos seus Graus Simbólicos.

Na década de 50, diversos Irmãos do GOdF, contudo, entenderam que o Groussier não oferecia uma prática que conciliasse sobriedade com simbolismo, e que se constituísse como uma alternativa capaz de evitar a fuga para as Lojas Escocesas dos Obreiros mais interessados nestes aspectos. Tendo em conta que o Rito Francês não tinha sido, até ao final do século XIX, menos simbólico do que o REAA, estes Irmãos, entre os quais pontificou René Guilly, concluíram que o meio para atingir estes desideratos passaria pela recuperação da prática maçônica francesa do século XVIII.

Este grupo de Obreiros promoveu o levantamento de Colunas da RL “Le Devoir et la Raison”, cuja motivação principal era a realização de um trabalho de reconstituição de uma versão do Rito Francês que reintroduzisse aspectos inclusivamente anteriores a 1750, como alternativa ao Ritual de Referência da época, do GOdF, tido por muito “esquelético”.

Depressa estas tentativas conduziram a dificuldades insuperáveis face aos regulamentos da Obediência, nomeadamente no que concerne à reintrodução da Bíblia, aberta no Evangelho de S. João, sobre o Altar do Venerável Mestre.

Estes obstáculos levaram o Irmão René Guilly a trocar de Obediência, dando sequência ao seu projeto na RL “Jean Théophile Desaguliers”, sobre os auspícios da então GLNF-Opera (no presente GLSTÓpera).

No Grande Oriente de França prosseguiram, paralelamente, trabalhos de reconstituição de rituais do Rito Francês mais ou menos próximos do “Régulateur du Maçon” (1801), dando os mesmos origem a duas versões distintas, denominadas de Rito Francês Moderno Restabelecido (RFMR) e, de Rito Francês 1801. Ambas procuram conciliar um retorno às origens oitocentistas, com influências das diversas correntes filosóficas que inspiraram as sucessivas revisões dos rituais, e com alguns aspectos inerentes ao sentido de prática maçônica da Obediência, que também se encontram plasmados no Rito Francês Groussier.

René Guilly, por sua vez, em 1968 trocou a GLNF-Ópera pela LNF, da qual foi fundador, tendo como corolário do seu trabalho estabelecido, em 1970, um Ritual denominado de Rito Francês Tradicional, que desde então tem vindo a suportar os Trabalhos das Lojas desta Obediência.

Na GLNF-Ópera, sob o impulso do Irmão Roger d’Almeras, continuou a praticar-se uma versão do Rito Francês, que hoje é denominada, também, de Rito Francês Tradicional.

Roger Girard, Obreiro da LNF, abandonou em 1979 esta Obediência, levando para a GLNF o Rito Francês Tradicional, na qual atingiu uma difusão significativa. Sendo a GLNF reconhecida pela Grande Loja Unida de Inglaterra, esta foi a entrada do Rito Francês no âmbito do universo da dita Regularidade, tendo os Rituais sofrido as necessárias adaptações a esta linha de prática maçônica.

O Grande Oriente da França tem vindo a exportar tanto o RFMR (Rito Francês Moderno Restabelecido) como o Rito Francês 1801 para outras Obediências, nomeadamente para a GLFF (Grande Loja Feminina Francesa).

No nosso país (Portugal), a GLFP (Grande Loja Feminina de Portugal), no ano maçônico de 6014/6015 (1914/15), promoveu o levantamento de Colunas de uma Oficina que trabalha no RFMR, a RL “Génesis”, a Oriente de Lisboa.

Face a toda esta proliferação de Rituais ditos Franceses, duas questões se me apresentam:

– Continua a fazer sentido falarmos de Rito Francês ou, pelo contrário, temos hoje uma realidade que contempla a coexistência de vários Ritos Franceses?

– E em que medida a existência de versões diferentes do Rito Francês Groussier veio acrescentar algo de positivo a esta forma de fazer Maçonaria?

A resposta à primeira destas perguntas pressupõe uma reflexão prévia sobre o que é um Rito Francês.

Em minha opinião, tendo apenas em conta os mitos fundadores, a arquitetura do Ritual, e a base filosófica, podemos considerar como características para que uma dada prática seja reconhecida como tal, as seguintes:

– O Rito Francês como elemento ritual sustenta-se, exclusivamente, em três mitos: a dualidade entre a Luz e as Trevas, a Construção do Templo de Salomão, e a Lenda de Hiram;

– O Rito é Moderno, refletindo as especificidades deste sistema fundador, no que concerne ao posicionamento dos Vigilantes, à disposição das Colunas, à ordem das Palavras Sagradas dos dois
primeiros Graus, à existência de Palavra de Passe no Grau de Aprendiz, à forma como se materializa o estado “nem vestido nem despido” na cerimônia de Iniciação, e ao pé com que se iniciam os Passos Rituais do Primeiro Grau;

– O Rito é Francês, sendo os três candelabros que circundam o Quadro de Loja, quando utilizados, dispostos em Esquadro, com a base virada para o Oriente, e tendo as respectivas “estrelas” uma
interpretação exclusivamente associada às Luzes da Maçonaria;

– Tendo em conta as correntes filosóficas que inspiraram a sua gênese, e as suas sucessivas revisões (Iluminismo e Positivismo) o Rito configura um sistema de trabalho assente numa base estritamente racionalista, que sobreleva a humildade, e o princípio da igualdade em Loja. A mesma, contudo, não exclui que o percurso iniciático no Rito Francês progrida do Esquadro para o Compasso, não lhe retirando pois uma Espiritualidade, que se assume Laica;

– Sendo um Rito que privilegia particularmente a Fraternidade, a mesma encontra-se plasmada nas interpretações de vários símbolos como o Pavimento de Mosaico e a Corda dotada de Laços de Amor.

A Cadeia de União assume, assim, um papel de dobradiça nas Sessões em Rito Francês, enfatizado, desde a revisão de Arthur Groussier, com a leitura de um texto alusivo à Universalidade e Intemporalidade da Maçonaria, sendo o principal objetivo da Nossa Augusta Ordem o de “aproximar todos os Humanos pela Fraternidade”.

Com base nestes pressupostos, e procurando evitar preconceitos, procedeu-se a uma comparação entre os Rituais do 1º Grau do Rito Francês Groussier 6009, e do RFMR 6003, ambos do Grande Oriente da França, e os do Rito Francês Tradicional 6010, da GLNF, encontrando-se a mesma refletida no quadro anexo (por uma questão de sigilo Maçônico, o quadro comparativo foi suprimido).

Em todas as versões analisadas, os mitos estruturantes são os referenciados, apresentando, contudo, todas elas, por acréscimo, alguns laivos de hermetismo na decoração da Câmara de Reflexões.

Todas respeitam os pressupostos Modernos, e Franceses, intrínsecos ao Rito, e integram o texto lido na Cadeia de União decorrente da Revisão Groussier.

A versão da GLNF apresenta vários aspectos inerentes ao alinhamento desta Obediência com a Grande Loja Unida de Inglaterra, nomeadamente a presença da Bíblia na Câmara de Reflexões e no Altar dos Juramentos, a Abertura e Encerramento dos Trabalhos com evocação do Grande Arquiteto do Universo, a realização de um Juramento e, a recepção do neófito à Gloria do Princípio Criador, que nesta Obediência é, obrigatoriamente, um Deus revelado.

Salienta-se, contudo, que estas divergências refletem mais diferenças de sentidos de prática do que uma diferença de Rito, uma vez que as mesmas também se verificam no REAA, no RER ou, na Emulação, em uso nesta Obediência (GLLP), comparativamente com as versões praticados no GOdF, e ninguém contesta de que se tratam dos mesmos Ritos.

Não podemos deixar de observar, todavia, que a introdução destes aspectos, tal como são assumidos nas Obediências Regulares, não resulta coerente num Rito no qual os símbolos são sempre interpretados numa base de pensamento racionalista e laica, sem qualquer caráter esotérico, pelo que a mesma se apresenta muito mais “contra natura” no caso do Rito Francês, do que no caso do REAA.

Pelo contrário, em Lojas do GOdF ou da GLFF nas quais são igualmente considerados, com significados meramente simbólicos, e isentos de interpretações de caráter teológico, os mesmos resultam perfeitamente integrados na vertente de Espiritualidade Laica do Rito.

Não nos esqueçamos que a presença da Bíblia na Câmara de Reflexões e no Altar do Venerável tem justificação histórica, em RF, na medida em que se encontra plasmada em diversos manuscritos
posteriores a 1786, e anteriores a 1801, bem como na primeira edição dos Rituais dos seus Graus Simbólicos (Ritual Berté), datada de 1888.

A grande divergência que encontramos, em Primeiro Grau, entre o RFT-GLNF e as duas versões da GODF consiste no sentido dada às viagens, realizadas na cerimônia de Iniciação. Enquanto que nos Rituais da GODF as mesmas decorrem das interpretações positivistas da revisão Amiable, e se reportam às idades da vida humana (Infância-Juventude-Idade Adulta), na versão da GLNF são mantidas as hermenêuticas do “Régulateur” (Emblema da Vida Humana, diminuição dos obstáculos que se apresentam ao homem perseverante, e discurso explicativo da Maçonaria), hoje em dia mais correntes no REAA.

Ainda assim, se relativamente a este aspecto não é assumida a interpretação mais recente do Rito, a escolhida também foi utilizada na sua origem, pelo que, em minha opinião, esta divergência também não configura uma mudança de Rito.

Da comparação da versão Groussier com a versão RFMR, constata-se uma perfeita identidade de características essenciais, e de interpretações, diferindo fundamentalmente as mesmas nos seguintes aspectos:

– Muitos procedimentos rituais, tais como a utilização de Quadro de Loja, de Candelabros, Protocolos para acender e extinguir as velas, estado “nem vestido nem despido” na preparação do recipiendário, Prova do Sangue, e Cena do Perjuro, que são opcionais no RF Groussier, tornam-se obrigatórios no RFMR;

– A recepção, no RFMR é realizada à Glória do Ideal de Perfeição, sobre um Livro Branco. Muito embora este procedimento, em Ritos mais deístas como o REAA, pudesse ser entendido como invocação de um Princípio Criador, no RF não julgo que se lhe possa atribuir esse sentido.

Dada a base filosófica racionalista do Rito, e as múltiplas referências à Laicidade, que se encontram plasmadas no Ritual, este Ideal de Perfeição, evocado e não invocado, terá de ter sempre, em minha opinião, uma hermenêutica centrada no Homem, e vocacionada para o seu Progresso.

Assim, do meu ponto de vista, considero que as várias formas de prática do RF são, de fato, ramos diferentes da mesma árvore. Quando analisamos qual é o entendimento “de direito”, constatamos que o GOdF, casa-mãe do Rito, só emite Cartas Patente do mesmo na versão Groussier, deixando a liberdade às suas Oficinas de praticar com bastante flexibilidade as variantes que entendam, condicionadas apenas à observância do Rito Francês Groussier nas cerimônias oficiais, uma vez que é o Rito da Obediência.

Muito embora exista um Ritual de Referência para o RFMR, a própria Loja que o criou (RL “Le Devoir et la Raison”) trabalha com uma Carta-Patente que só refere o Rito Francês Groussier.

Este entendimento tem vindo a refletir-se na exportação do Rito para outras Obediências. Tanto a GLFF como a GLFP iniciaram a pratica do Rito Francês com patentes Groussier, e não necessitaram de receber Patentes complementares quando levantaram Colunas de Lojas que trabalham em outras variantes, porque a Obediência que lhes outorgou a inicial (o GOdF) entende tratar-se do mesmo Rito.

O mesmo não se passa, contudo, quando se muda de sentido de prática maçônica, e cada uma das Obediências geradoras de uma das diferentes versões do denominado Rito Francês Tradicional emite a sua Carta Patente específica.

No que concerne às vantagens que possam ter advindo desta proliferação de formas de prática do Rito Francês, constatamos que as mesmas não trouxeram nenhuma recuperação histórica da sua pureza original, na medida em que são Rituais do século XX, perfeitamente condicionados pelas ideossincrasias das Obediências que os geraram.

Em termos de reconstituição do corpo ritual e, da riqueza simbólica do Rito, se nos anos 60 estas variantes constituíram uma dinamização importante, as mais recentes revisões do Groussier têm vindo a reduzir as diferenças então existentes.

Uma Oficina que pratique no presente o RF Groussier e incorpore no seu Ritual todos os procedimentos tidos neste Rito como opcionais, na prática estará já muito próximo do corpo ritual das versões ditas tradicionais.

A grande vantagem que estas continuam a introduzir é a sua aceitação no âmbito da Regularidade Maçônica, contribuindo, assim, efetivamente, para a recuperação da universalidade do Rito.

Paralelamente, podemos ainda concluir que todo este processo de gênese das versões ditas Tradicionais do Rito Francês, associada à reativação das suas Ordens de Sabedoria, teve o mérito de
possibilitar a realização de um importante trabalho de investigação histórica e de reflexão sobre a prática do Rito, que começa hoje a dar frutos, e a ser refletido em Bibliografia, permitido que outras perspectivas se tenham aberto, em contraposição das mais reducionistas, decorrentes de visões baseadas em ideias do século XIX, que se encontram atualmente ultrapassadas.

Os nossos Irmãos que, em 1880, defenderam a retirada dos símbolos dos rituais, sugestionados por uma corrente filosófica (o positivismo) que sustentava que o progresso da Humanidade seria alcançado pelo avanço científico, hoje, dentro da mesma lógica cientificista, provavelmente pensariam o contrário, devido às descobertas, entretanto verificadas, da Psicanálise, e do Inconsciente, que vieram provar que o símbolo consegue penetrar em domínios que o texto não alcança.

Assim, no presente, acima de qualquer discussão, necessariamente estéril, sobre se temos hoje um Rito ou Ritos Franceses, ou sobre se o mesmo deve ser praticado de uma forma mais ou menos simbólica, devem sobressair as palavras de Arthur Groussier, presentes na Cadeia de União de todas as formas deste sistema, apelando a que “os nossos corações se aproximem ao mesmo tempo que as nossas mãos! Que o Amor Fraterno una todos os elos desta Cadeia por nós livremente formada … por ele se devem unir os Maçons de todos os ritos, de todos os países. Enriqueçamo-la com numerosos e sólidos anéis de metal puro e, elevando os nossos espíritos para o ideal da nossa Ordem esforcemo-nos em aproximar todos os humanos pela Fraternidade”.

É, pois, esta a Obra que todos os Maçons Franceses se devem empenhar em construir, no aqui e agora, dentro e fora do Templo, unidos num eterno Vivat, pela Liberdade, pela Igualdade e, pela Fraternidade, porque o importante é que a Pedra Bruta seja desbastada e bem assente, as ferramentas são apenas um meio para se concretizar este objetivo, e todos os conjuntos de ferramentas alternativos proporcionados pelo Rito são bons, desde que integrem a Trolha, que permite aplicar o cimento da Tolerância.

Joaquim G. Santos

https://independent.academia.edu/joaquimSantos4

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

– Coletânea ”Encyclopédie de la franc-maçonnerie”, Le Livre de Poche, Paris, 2002;

– Marcos Ludvic ”Histoire Illustrée du Rite Français”, Éditions Dervy, Paris, 2012;

– Mazet Edmond ”Note Historique sur le Rite Français”, Éditions Dervy, Paris, 2007.

– Ritual ”Régulateur du Maçon”, 1801;

– Ritual Rito Francês “Revisão Amiable”, 1887;

– Ritual Rito Francês “Revisão Blatin”, 1907;

– Ritual de Referência Rito Francês Groussier GOdF, 2009;

– Ritual de Referência Rito Francês Moderno Restabelecido GOdF, 2003;

– Ritual de Referência Rito Francês Tradicional GLNF, 2010;

– Ritual de Referência Rito Francês ou Moderno GOL, 2012;

– Thomas Philippe ”Le parcours initiatique au Rite Français”, 2006.

– Vigier Hervé ”Le rite français : Tome 1, L’apprenti et le compagnon dans le rite français ou moderne ou le printemps de la franc-maçonnerie française”, Éditions Télèletes, Paris, 2004.

Rodrigo de Oliveira Menezes

Rodrigo de Oliveira Menezes

M.'.M.'. da Loja Amizade, Trabalho e Justiça nº 36, Or.'. de Umuarama, filiado ao Grande Oriente do Paraná, filiado ao Supremo Conselho do Grau 33 do Paraná, Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil e Conselho de Maçons Crípticos do Brasil.

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