O Papel do Símbolo no Rito Francês

Novamente apresentamos um texto do Ir.’. Joaquim G. Santos, membro da Loja de S. João Fiat Lux nº 537, Oriente de Lisboa, filiada ao G.’.O.’.L.’.. Fiz algumas modificações no texto para o Português do Brasil com algumas correções de linguagem e inserções de imagens e links referentes ao tema.

 

No âmbito do debate Maçônico, quando se conjugam Simbolismo e Rito Francês emergem frequentemente alguns lugares comuns, que não são mais do que o reflexo de ideias que se foram cristalizando ao longo do tempo, tendo vindo a alimentar várias vulgatas e preconceitos, sobre o caráter mais ou menos simbólico deste Rito.

Entre Irmãos praticantes de Ritos com expressão litúrgica mais extensa (tais como o REAA ou o RAPMM) predomina a opinião de que o Rito Francês é simbolicamente mais pobre, fundando-se a mesma sobretudo no aspecto mais “despojado” dos seus Rituais de Loja Azul.

Pelo contrário, muitos Irmãos obreiros de Lojas Francesas defendem que o mesmo se trata de uma forma mais ligeira e pragmática de fazer Maçonaria, na qual se perde menos tempo com aspectos simbólicos e rituais extensos, que já não são importantes para o aqui e agora.

O que há de verdade nestas suposições e, em que medida na prática atual, se deve contextualizar o papel do Símbolo no Rito Francês?

Para se tentar encontrar respostas para estas questões, teremos de as enquadrar num âmbito mais vasto, que passa naturalmente por uma reflexão relativa à função do Simbolismo na Maçonaria, em geral.

Tal como o pensamento maçônico, que se tem vindo a alterar em função dos sucessivos contextos sociológico-politico-culturais que lhe são contemporâneos, também as opiniões dos Maçons no que concerne ao papel do Símbolo têm vindo a variar, e a diversificar-se ao longo do tempo.

Durante os primeiros 150 anos de Maçonaria Especulativa sobressaiu sempre a ideia de que os Símbolos Maçônicos eram uma chave de acesso a um conhecimento de Ordem Superior, inacessível aos profanos.

Esta suposição, epistologicamente, baseia-se no pressuposto de que o ser humano possui dois meios para procurar a Verdade – a Razão e a Intuição, e de que existiriam dois patamares de conhecimentos, sendo um deles acessível à inteligência racional do homem comum e, o outro apenas alcançável pela Intuição, guiada pelo método simbólico.

Nesta linha de ideias, que teve uma grande revigorarão na primeira metade do século XX com as perspectivas Wirthiana e Guenoniana, muito embora as diferentes posições sejam coincidentes no pressuposto de base de que o Simbolismo Maçônico é o meio de acesso privilegiado a verdades transcendentes, não são todavia nada consensuais no que concerne à natureza destas verdades.

Não existe, assim, na filosofia Maçônica que sustenta estas correntes de pensamento, uma definição única para a Verdade, para o Conhecimento, ou para a Transcendência, mas sim várias, em muitos casos inclusivamente incompatíveis entre si.

Uma concepção corrente, entre os que defendem estas teses, entende o Absoluto como sendo uma divindade revelada ou uma entidade simbólica (o Supremo Arquiteto do Universo), acendendo-lhe o Maçom através dos Símbolos, Mitos, e Alegorias, que dão corpo aos Ritos. Ainda hoje, este é o axioma de base que sustenta a Maçonaria Anglo-Saxônica, e os Ritos Continentais mais espiritualistas (RER e RAPMM).

Outra visão, também frequente, identifica este Absoluto como sendo algo de caráter misterioso, que foi perdido, e que só poderá ser reencontrado pela via iniciática, através da hermenêutica dos Símbolos.

Trata-se de uma perspectiva que se sustenta numa base de pensamento gnóstico, e que tem como exemplo mais marcante o ponto de vista de René Guenon, segundo o qual os Símbolos e os ritos iniciáticos consubstanciam a Tradição, permitindo a sua exegese a redescoberta de uma Tradição Primordial, que ultrapassa o que releva estritamente do humano.

Em correntes Maçônicas mais congruentes com visões ocultistas, este Absoluto é inclusivamente considerado de ordem mágica, tendo os Símbolos e os ritos o poder de conjurar forças superiores existentes no Cosmos, e de as utilizar para acender ao Conhecimento, projetando-o na vida diária de uma forma positiva. Foram defensores desta tendência Maçons como Martinès de Pasqually, Cagliostro, ou Mesmer.

Por último, e como consequência de toda esta confusão de entendimentos, encontramos ainda no discurso Maçônico dos defensores do Símbolo – via de acesso ao Absoluto, quem identifique esta Transcendência com o Símbolo em si, caindo na mais perfeita simbolatria, numa floresta de redundâncias, e de conceitos vagos.

Em qualquer destes casos, o método de acesso a Conhecimento, seja ele qual for, é sempre o mesmo, e enquadra-se no conceito de misticismo, tal como o define André Lalande no seu “Vocabulário Técnico e Critico da Filosofia”, segundo o qual este consiste na “crença na possibilidade de uma união direta e intima do espírito humano ao princípio fundamental do Ser, união que constitui simultaneamente um modo de existência e um modo de conhecimento estrangeiros e superiores à existência normal”.

Na segunda metade do século XIX, muito por força da emergência de correntes filosóficas racionalistas, tais como o positivismo, e de preocupações no âmbito da laicização e da secularização da sociedade, o Simbolismo passou a ser encarado de forma diametralmente oposta, sendo visto como um método de trabalho ultrapassado, associado a reminiscências religiosas ou supersticiosas, que deveria pura e simplesmente ser abolido da Maçonaria.

Como consequência destas ideias, amputaram-se rituais, simplificaram-se as decorações dos Templos, reduziram-se os paramentos, informalizou-se o vestuário a usar nas Sessões, relaxou-se a prática, mas não se acabou, em absoluto, com as formas tradicionais de trabalho Maçônico.

Mais recentemente, no pós-segunda guerra mundial, surgiu uma nova visão do papel do Símbolo na vivência Maçônica, que tem sido responsável pelo recrudescimento do interesse pelo Simbolismo, entre os Maçons contemporâneos.

Esta atribui ao Símbolo um papel de ferramenta introspectiva, na exploração das profundezas do Ser, desempenhando assim uma função nuclear, no acesso ao Conhecimento pelo saber-Ser.

Encontramo-nos, pois, no domínio da procura de respostas a questões de ordem ontológica, relacionadas, no tempo e no espaço, com as envolvências do ser humano consigo próprio, com os outros e, com o Cosmos, numa demanda do Conhecimento e da Verdade, que lhe poderá ajudar a resolver conflitos existenciais, e a encontrar a Felicidade, através da construção de uma Espiritualidade própria.

Esta perspectiva, que filosoficamente não rejeita nem a possibilidade de acesso a um conhecimento de ordem superior, nem o racionalismo, mas que, pelo contrário, pretende ultrapassar estas vias através de uma demanda globalizante, encontra-se bem ilustrada por Michel Barat, quando refere que “Neste sentido, eu sou platoniciano, porque para mim também o simbolismo persegue o percurso racional para a verdade, e não contradiz em nada o esforço de racionalidade. Se se quiser reter bem as revoluções epistemológicas do século XX, um dos traços fundamentais da modernidade é precisamente a descoberta que o não-racional não é a negação da racionalidade, mas a abertura de um campo maior”.

Face a todo este amplo panorama, como contextualizamos o papel atual do Símbolo no Rito Francês, tendo em conta as suas idiossincrasias, fruto da sua base filosófica e, do seu percurso histórico ?

Ao longo da história do Rito estiveram presentes várias destas visões do Simbolismo, encontrando-se as mesmas plasmadas nas sucessivas revisões dos Rituais dos seus Graus Simbólicos.

De Rito deísta, tal como configuram os seus rituais do final do século XVIII e da primeira metade do século XIX, a Rito profundamente marcado pelo positivismo, com acentuadas preocupações de laicidade, como emerge das revisões Amiable (1880 e 1887), Blatin (1907), e Gérard (1922), passando pelas perspectivas atuais nas quais, desde as revisões Groussier (1938 e subsequentes) e o aparecimento das variantes ditas “Tradicionais”, se assiste a uma recuperação do seu Simbolismo original, o Rito Francês esteve sempre muito consonante com as ideias dominantes dos sucessivos períodos que atravessou.

Não admira, pois, que o seu debate e reflexão filosófica tenham sempre estado muito focalizados para o aqui e agora, e para a ação na construção do Templo Exterior, tendo este aspecto sido muito refletido na visão que os seus praticantes têm vindo a assumir, no que concerne ao Simbolismo Maçônico.

Contudo, quem comparar os Quadros de Loja relativos aos primeiros três Graus do Rito Francês com os de outros Ritos tidos por mais simbólicos, poderá facilmente constatar que os símbolos envolvidos são, praticamente, os mesmos.

É certo que no discurso Maçônico neste Rito não se recorrem a analogias de origem alquímica, cabalística, ou templária, na medida em que a sua Maçonaria Azul se sustenta exclusivamente nos mitos da dualidade entre a Luz e as Trevas, na Construção do Templo de Salomão e, de Hiram.

Constitui também um facto que a base filosófica do Rito Francês, exclusivamente racionalista, pode limitar o campo de interpretação dos símbolos, na abordagem de questões filosóficas de foro mais ontológico, que não sejam acessíveis à razão.

Igualmente se constata que os rituais relativos aos seus Graus Simbólicos, em algumas das suas variantes, apresentam um corpo litúrgico mais despojado do que outras formas de prática Maçônica.

No entanto, em minha opinião, nenhum destes aspectos torna o Rito Francês mais pobre simbolicamente do que outros.

Um símbolo é sempre algo inteligível que se associa a uma ideia, um significante que pretende representar um significado.

Será no significante, ou no significado, que se encontra a verdadeira riqueza do Símbolo?

O que é que deve ser mais valorizada, a hermenêutica do Símbolo Maçônico em si, nas suas múltiplas possíveis interpretações, ou a reflexão sobre os Valores que o mesmo suscita ?

Em minha opinião o Símbolo Maçônico é, fundamentalmente, uma ferramenta de reflexão filosófica, pelo que a valorização não deve estar centrada no mesmo “de per si”, mas sim na mensagem que transmite, uma vez que este constitui apenas um canal de comunicação.

Daí que, pessoalmente, entendo que não faz sentido comparar os Ritos Maçônicos em termos de riqueza ou pobreza simbólica, na medida em que são vias distintas, mas que na sua essência perseguem os mesmos objetivos de Libertação, Construção e, de Ligação pela Fraternidade.

Poder-se-á discutir se um sistema que permite um campo de interpretação dos seus símbolos mais estrito ou mais amplo será mais ou menos eficaz na focalização das suas exegese para os aspectos mais essenciais a transmitir, mas esta é uma reflexão que deixo para cada um a fazer.

Em minha opinião considero que as diferentes formas de trabalho Maçônico são mais complementares do que antagônicas, possibilitando a sua coexistência que cada um encontre o Canteiro mais adequado às asperezas especificas da sua Pedra Bruta.

Tendo pois em conta que o Rito Francês, para além das suas dimensões filosófica e societária, não deixa de ter uma vertente simbólica, subsiste a questão relativa ao papel que nele hoje assume esta componente.

Atendendo a que não sustento que a Maçonaria, na sua concepção adogmática, seja uma religião substituída, ou uma anti-religião, mas sim uma não religião, sem prejuízo de não deixar de ser uma forma de Espiritualidade Laica, não me parece que continuem a fazer sentido, neste âmbito, visões místicas do Simbolismo.

No Rito Francês, em particular, sempre houve aliás uma preocupação de não se perderem de vista as questões da realidade concreta, como atesta a referência do “Régulateur du Maçon” segundo a qual o recipiendário, logo à entrada na Câmara de Reflexões, era confrontado com um esqueleto, ou um crânio, que “recordarão ao neófito as coisas humanas”.

No que concerne ao papel introspectivo do Símbolo, confesso a minha ignorância de Psicologia das “profundezas” para poder ter uma opinião cientificamente fundamentada, pelo que deixo aos Irmãos mais versados neste domínio a possibilidade de acrescentarem uma Pedra mais trabalhada do que a minha.

Parece-me, todavia, indiscutível, da minha vivência pessoal, que a percepção do Símbolo, sendo especificamente própria, não decorre de um processo estritamente consciente e racional, envolvendo componentes sensoriais, cinestésicas e, emocionais resultantes da prática de ritos iniciáticos, que se enquadram na estrutura ternária dos Ritos de Passagem, tal como foi tipificada pelos antropólogos Van Gennep e Victor Turner.

A Irmã Céline Bryon-Portet, investigadora no domínio das Ciências da Comunicação, realizou um interessante trabalho sobre o método Maçônico, no qual concluiu que “o ritual Maçônico assenta sobre a intuição que o Homem consiste numa vasta estrutura de relações externas e internas, cujo aperfeiçoamento depende de uma alquimia comunicacional a vários níveis. Propondo um modelo de interação global, fundado não apenas no “dizer”, mas também no “ver”, no “fazer” e no “sentir”, ele utiliza o princípio de triangulação da utilização da palavra, da gestualidade assim como da gestão espaço-tempo, que visa a produzir uma dialética visível-invisivel, transcendência-iminência, teoria-prática. In fine, este deve engendrar uma triangulação do agente ele próprio (…) quer dizer uma transmutação do indivíduo pela reconciliação dos contrários que opera o modelo ternário, preludio à unificação final do Ser.

Como ela, acredito que os ritos Maçônicos, na sua essência de Simbolismo em movimento, podem realmente propiciar uma alteração ontológica de quem os pratica, fundamentando esta suposição apenas no facto de as minhas opiniões se terem alterado substancialmente, no decurso do meu percurso iniciático, relativamente a várias questões, anteriormente tidas por indiscutíveis.

O Símbolo não tem só pois, por missão, transmitir um conceito mas, acima de tudo, de colocar aqueles a quem se apresenta num estado de receptividade, de intuição e, de reflexão filosófica, permitindo-lhes a realização de um trabalho sobre si próprios, que os levará, progressivamente, a construir a sua Ética pessoal, e a interiorizar Valores, que lhe permitirão alterar a sua ação, e a sua relação com os outros.

Por isso concordo triplamente com a Irmã Céline Bryon-Portet, quando ela refere que “O ritual Maçônico não pode assim ser benéfico desde que não seja rigoroso e que o seu sentido seja perfeitamente compreendido”.

A prática inconsciente dos ritos Maçônicos apenas pode dar origem a condicionamentos do tipo Pavloviano, à semelhança do que sucede em determinados rituais militares, bloqueando todo o processo de Transmissão. A execução relaxada dos mesmos implicará sempre deficiências nesta Transmissão.

Não é difícil de constatar que mesmo nas suas formas mais despojadas, continuamos a encontrar no Rito Francês as características especificas do método Maçônico, referidas pela Irmã Céline Bryon-Portet, que o tornam num modelo de comunicação singular, que propicia operar-se um processo de mediação-transformação, no âmbito do próprio participante.

Como tal, podemos considerar-lhe aplicáveis as considerações atrás tecidas, no que concerne ao papel do Simbolismo nos Ritos Maçônicos.

Outro aspecto importante é que decorre da Simbólica um imaginário comum, partilhado por todos os Maçons, ao qual vão buscar uma linguagem específica, baseada na Construção, na Geometria, nos Números, que os une e identifica, reforçando a sua coesão de grupo, e facilitando a aproximação e o dialogo entre Irmãos.

A Simbólica constitui, pois, um patrimônio partilhado, de caráter Universal, com efeitos não menosprezáveis como elemento de ligação entre os Irmãos que, a coberto, se unem debaixo da mesma Abóbada Celeste para trabalharem do Meio Dia à Meia Noite, e para unirem as mãos na mesma Cadeia de União, na qual assumem um compromisso coletivo de irradiarem fora do Templo as verdades ali adquiridas, em prol do Progresso da Humanidade, e da aproximação de todos os seres humanos pela Fraternidade.

Por último, é importante não esquecer que a natureza polissêmica intrínseca do Símbolo favorece o aparecimento de interpretações diferentes, as quais quando confrontadas, lhe conferem um valor pedagógico elevado na interiorização da Tolerância.

Na hermenêutica simbólica todas as opiniões estão certas, desde que respeitem os valores Maçônicos, e o contexto do Grau no qual se trabalha, pelo que cada Irmão, quando intervém, não contradiz, apenas acrescenta. A liberdade que possui, para formular a sua interpretação, serve também para ilustrar/reforçar o caráter adogmático da Maçonaria.

São pois estes os aspectos que, em minha opinião, definem o papel atual do Simbolismo no Rito Francês, em cuja prática deve ser racionalmente compreendido, e corretamente vivenciado, de modo a poder ser interiorizado de uma forma útil.

Concordo pois, por três vezes três, com o comentário do Irmão Jean-Charles Nehr (um dos refundadores do Grande Capitulo Geral do Rito Francês do GOdF), que refere “No meu sentido, este regresso do Símbolo pode também ser considerado como o simples restabelecimento de uma verdade de evidencia: o que faz o Maçom deve ser bem feito, ou então ele não merece usar o titulo de Maçom do qual se honra. Isto é válido também para o Simbolismo e o Ritual (…) é necessário praticá-los com a maior dignidade. É o mais elementar dos sinais de respeito do Maçom por si próprio, pelos outros Maçons, e pelos profanos que pedem para ser recebidos como Maçons”.

O Simbolismo está, assim, na essência do método Maçônico, pelo que negligenciá-lo, no meu entendimento, não é fazer Maçonaria, é tão somente perder tempo.

Joaquim G. Santos

https://independent.academia.edu/joaquimSantos4

 

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Rodrigo de Oliveira Menezes

M.'.M.'. da Loja Amizade, Trabalho e Justiça nº 36, Or.'. de Umuarama, filiado ao Grande Oriente do Paraná, filiado ao Supremo Conselho do Grau 33 do Paraná, Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil e Conselho de Maçons Crípticos do Brasil.

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